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Elvira Lobato recebe prêmio com a reportagem “A Universal chega aos 30 anos com império empresarial”

Confira agora trechos da matéria exposta pelo site da Folha Online sobre reportagem de Elvira Lobato com  o título “A Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, que recebeu o prêmio Esso de jornalismo.

A jornalista Elvira Lobato, do jornal “Folha de S.Paulo”, recebeu o prêmio Esso de jornalismo, na noite desta terça-feira (09/12), pela reportagem “A Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, sobre a rede de empresas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus.

O trabalho mostrava que rádios e emissoras de televisão foram adquiridas em nome de fiéis e transferidas para o fundador da igreja, Edir Macedo.

Elvira considerou o prêmio um desagravo em função dos processos judiciais movidos contra ela por fiéis da Igreja Universal, que alegaram terem se sentido ofendidos pela reportagem – a Folha responde a 105 ações ingressadas em todo o País. Elvira recebeu um diploma e o prêmio de R$ 30 mil.

(…)

Em dois meses de apuração, Elvira Lobato, na Folha desde 1984, investigou o conglomerado de empresas controladas pela Igreja Universal do Reino de Deus. A reportagem revelou que, além de rádios e TVs, a Universal e sua cúpula mantinham dois jornais diários, uma agência de turismo, uma imobiliária e uma empresa de seguro-saúde.

Após a publicação, lideranças e membros da Universal entraram com 105 ações judiciais contra a jornalista e a Empresa Folha da Manhã, que edita a Folha, pedindo reparação por danos morais. A maioria dos processos foi ajuizada em comarcas remotas de quase todos os Estados, forçando o deslocamento de advogados e jornalistas. As 58 ações julgadas até o momento tiveram sentenças favoráveis à Folha.

“Dedico o prêmio a todos os jornalistas. O oxigênio da profissão é a liberdade de imprensa”, disse Lobato ontem.

O Prêmio Esso de Jornalismo foi criado em 1955. Em 2004, a Folha e “O Estado de S. Paulo” criticaram a estrutura da premiação, afirmando que a composição do corpo de jurados não era “representativa do mercado editorial do país”.

 

por Patrão – ao retirar informações de nosso blog use a consciência, cite sua fonte.

Igreja Universal investe em tecnologia para melhor conforto e arrecadação de dizimos através do cartão de crédito

A Igreja Universal do Reino de Deus está inovando na arrecadação de dízimos e ofertas dos seus fiéis. A denominação investiu cerca de R$ 800 mil na aquisição de máquinas de cartão de crédito, que ficarão disponíveis nos principais templos espalhados pelo país. Esta semana, a igreja recebe também um software especialmente desenvolvido pela operadora Visa. Através dele, será possível arrecadar o dinheiro sem desconto de impostos, obrigatórios nas transações em geral – mas dispensados de donativos do gênero por força de lei. Além da segurança para os membros, que não precisarão levar dinheiro ou talão de cheques para os cultos nos quais desejarem fazer as doações, o sistema possibilita maior controle na arrecadação.

Antes da Universal, outra denominação neopentecostal, a Igreja Apostólica Renascer em Cristo, já havia disponibilizado a tecnologia a seus fiéis. Já a Igreja Católica tem o cartão de crédito Solidariedade, lançado durante a última edição da Feira da Providência, evento anual promovido pela Arquidiocese do Rio. São duas as modalidades do cartão católico, também de bandeira Visa, lançado em parceria com o Bradesco – a nacional, cuja renda mínima é de R$ 400; e o cartão Gold, que é internacional e exige renda mensal acima de R$ 2 mil. As anuidades variam entre 60 e 160 reais, e 30% dos valores arrecadados são destinados a entidades que atendem carentes indicados pela Arquidiocese. Mas, diferentemente do sistema da Igreja Universal, o cartão católico não serve para a entrega do dízimo.  

Fonte: Cristianismo Hoje

Justiça extingue ação contra emissoras ligadas a Igreja Universal

   A Ação Civil Pública foi ajuizada contra a TV Record alegando que a emissora exibe, em sua programação, conteúdo preconceituoso e racista contra a cultura afro-brasileira. A emissora é controlada pela Igreja Universal do Reino de Deus.
   O direito de resposta tem natureza jurídica penal. Por isso, deve ser processado e julgado na esfera criminal, nos termos da Lei 5.250/67 (Lei de Imprensa). Com base neste entendimento, já pacificado no Superior Tribunal de Justiça, o juiz Djalma Moreira Gomes, da 7ª Vara Federal de São Paulo, extinguiu a ação em que o Intecab (Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro-Brasileira) e o Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade) pediam direito de resposta à TV Record e à Rede Mulher.

   Ao analisar a questão, o juiz destacou que a ação não tem condições de prosseguir na Justiça Federal. A União foi incluída no pólo passivo do processo. O objetivo era que o Congresso fosse notificado e levasse em conta os fatos narrados na hora de renovação, ou não, da concessão das emissoras. Mas, para o juiz Djalma Moreira, não há necessidade de ação judicial para este tipo de pedido. Ele ressaltou que a solicitação teria de ser feita diretamente no órgão ou instituição interessado, sem qualquer intervenção da Justiça.

   De acordo com Moreira, seria necessário transformar a ação de direito de resposta em ação de obrigação de fazer para notificar o Congresso. O que não é o caso. “Os poderes da República são independentes e não pode o Poder Judiciário determinar ao Legislativo, coativamente, a observância no desempenho de suas atribuições institucionais, desse ou daquele fato, dessa ou daquela circunstância”, justificou.

   Djalma Moreira ressaltou, também, que os autores do processo solicitaram a presença da União no processo independentemente da posição que viesse a ocupar (pólo ativo ou passivo), como se isso fosse possível. Segundo ele, o pedido constitui artificialismo processual com intenção de subtrair a ação de seu juízo natural.

   Por fim, destacou que os juízes cíveis são absolutamente incompetentes para julgar pedidos de direito de resposta. “A competência para julgar o processo é da Justiça criminal, já que ela visa direito de resposta de natureza jurídica de sanção penal e individual”, fundamentou.

   A TV Record e a Rede Mulher foram representadas pelo advogado José Rubens Machado de Campos, do escritório Machado de Campos, Pizzo e Barreto Advogados.

Fonte: Gospel +

Megatemplo da Igreja Universal Reino de Deus deve ser inaugurado em 40 dias

O megatemplo que a Igreja Universal do Reino de Deus constrói desde 2004 em 2 hectares, uma quadra inteira localizada entre a Avenida Mato Grosso e as Ruas Abrão Júlio Rahe, Padre João Crippa e José Antônio, já está em fase de acabamento.

Sua inauguração, dentro de 40 dias, deve ter a presença do líder máximo e fundador da IURD, bispo Edir Macedo. Ninguém na Igreja e na empreiteira responsável pela obra (a Construtora Efer Associados Ltda, do Rio de Janeiro) dá entrevista sobre o empreendimento, nem informações sobre a data da inauguração. Em fevereiro do ano passado, quando a obra foi reiniciada depois de ficar parada por um ano , a previsão era de que ficasse pronta até outubro. Não são autorizadas fotos do interior do templo. Equipes de reportagem – sejam de jornal ou tv- não são bem-vindas.
Ao custo médio de R$ 2 mil por metro quadrado, a construção da nova catedral da Universal em Campo Grande, exigiu investimento (estimado) que oscilou entre R$ 12 e R$ 15 milhões. Com 7 mil metros quadrados de área construída, capacidade para abrigar 4 mil fiéis, a nova catedral da Universal vai ser de longe o maior templo religioso da cidade.
Afluxo de gente e veículos que deve provocar nos dias e horários mais freqüentados de cultos, dificuldades de estacionamento na região, embora tenha sido construído um estacionamento com capacidade para 500 carros. “O sistema viário no entorno terá dias de caos”, prevê o arquiteto e urbanista, Ângelo Arruda. “É um movimento que supera o do Shopping, com o agravante de que os cultos têm hora marcada pra começar e terminar. Ou seja, as pessoas vão entrar e sair da igreja praticamente ao mesmo tempo”.
O templo – pequeno para padrões da Universal, que tem no Rio de Janeiro uma igreja com capacidade para abrigar 11 mil fiéis, 54 mil metros quadrados de área construída – é um prédio em estilo arquitetônico neoclássico, que resgata características dos templos gregos, entre os quais os mais famosos e o Pathernon. Assim é que sua fachada tem um portico sustentado por colunas, além de torres laterais coroadas por cúpulas douradas. Suas janelas são decoradas por vitrais coloridos, que segundo informações extra-oficiais foram importados da Itália. Vieram de Israel pedras que adornam parte do ambiente evocando o estilo dos templos da Terra Santa.

HELIPORTO – A catedral tem um heliporto, o que vai facilitar os deslocamentos do bispo. Edir Macedo (foto) quando estiver na cidade para inauguração da Igreja que deve ocorrer dentro de 40 dias.. O sistema de refrigeração central vai garantir aos fiéis o conforto de uma temperatura amena. Alem da parte administrativa, dispõe de estrutura para abrigar uma produtora de rádio e tv, livrarias evangélicas (no hall de entrada), escolinha bíblica, berçário, além de praça de alimentação. Franqueados Bob”S e Habib, disputam o direito de explorar o negócio.

Fonte: Gospel +

Livro fala sobre o outro lado da Igreja Universal

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O teólogo e mestre em Ciência da Religião Odêmio Antonio Ferrari lança BISPO S/A – A Igreja Universal do Reino de Deus e o exercício do poder (Editora Ave-Maria), com o intuito de mostrar a história e a realidade da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

 A principal motivação que o autor teve em escolher esta instituição foi por ser a primeira igreja que rompeu com a tradição do ‘pentecostalismo clássico’, iniciado no Brasil com a Congregação Cristã (1910), em São Paulo, e com a Assembléia de Deus (1911),
 no Pará.

Leia a descrição do livro segundo a Editora:

“A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), baseada no trinômio, ‘exorcismo, prosperidade e cura’, rapidamente estruturou, do Brasil ao mundo, uma universal igreja.

Este neopentecostalismo autóctone, segundo o autor, gestou uma igreja pragmática com sete propriedades: – apropriação da cultura popular; – sintonia com os Novos Movimentos Religiosos (NMR’s); – subversão à matriz evangélica; – perfil empresarial; – segmentação da clientela; – conquistas extra-eclesiais; – comando de líder excepcional.

Este livro é fruto de uma investigação bibliográfica cuidadosa e de verificação de campo deste neopentecostalismo abrasileirado. É explanado o vasto contexto do pluralismo religioso, o iurdiano manejo da fé e do dinheiro, a trajetória de ‘ação-poder’ do autoproclamado bispo Macedo.

Entender os meandros e a solidez do exercício do poder dessa megaorganização religiosa, cujo perfil mais se assemelha a um conglomerado empresarial e político, é o objetivo desta obra.”

Fonte: Gospel +

PF abre investigação contra Bispo Edir Macedo

 SÃO PAULO - Com base em uma denúncia do ex-deputado estadual Afanasio Jazadji (DEM) apresentada há dois anos, a Polícia Federal decidiu abrir investigação sobre o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, pela suposta prática de crimes de falsidade ideológica, contra a fé pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O inquérito será conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, informou a superintendência regional da PF em São Paulo.

Jazadji juntou à representação cópia de documento que o bispo teria assinado, em 2003, quando teria se mudado para os Estados Unidos. Nesse documento, Macedo informou que no ano anterior teve rendimento tributável de R$ 8.289,60. Na época, ele já era controlador da Rede Record de Rádio e Televisão. O ex-deputado reforçou a denúncia com dados que obteve na 39.ª Vara Cível da Capital, onde tramitava uma ação ordinária de revogação de doação por ingratidão que um ex-obreiro da Universal moveu contra o bispo.

“Com artifícios, (o bispo) conseguiu do obreiro e de seu irmão a fabulosa quantia de US$ 3,2 milhões”, alegando aos crédulos da seita que precisaria daquele numerário “para fechar suas contas com a Receita Federal”, assinala o ex-deputado. “Em verdade, foi um pedido de empréstimo que acabou se transformando em doação forçada.”

O ex-deputado destacou declaração do advogado Rodrigo Pereira Adriano, da Universal, anexada aos autos daquela ação judicial. “Edir Macedo não tem nenhum vínculo jurídico/estatutário com a Universal, não faz parte de sua diretoria, bem como não reside neste País”, assinalou o advogado. A legislação que disciplina a concessão para exploração de veículos de comunicação exige que os diretores executivos dessas empresas sejam brasileiros e residam no País. Para Jazadji, o líder da Universal teria se apropriado de recursos da igreja para formar patrimônio pessoal em empresas de comunicação.

Record

A direção da Record não se manifestou sobre o inquérito federal. “Não temos ciência do teor do mesmo”, observou a emissora, por meio de sua assessoria de imprensa. “A compra da Record foi investigada várias vezes e não há mais o que ser investigado. Se o assunto é esse não passa de especulação e configura no linguajar jurídico “bis in idem”, isto é, investigar o que já foi investigado, de forma que o inquérito não prosperará na forma da lei brasileira, porque já foi tudo investigado em outro inquérito. Se for outro assunto não podemos opinar porque não tomamos ciência do mesmo ainda, sendo assim como opinar sobre o que não se conhece?”

O bispo Edir Macedo, a Universal e o advogado Rodrigo Pereira Adriano também não quiseram se pronunciar sobre a investigação da PF. Segundo a assessoria da Igreja, Macedo “ainda não foi notificado sobre o inquérito”.

Fonte: Estadão

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