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Pessoas felizes veem mais jornais e menos TV

TVEUA – As pessoas felizes passam muito tempo em atividades sociais, na igreja ou lendo jornais – mas não dedicam muito tempo à televisão, constatou um novo estudo publicado pela Social Indicators Research.

Assistir televisão é algo que pessoas infelizes fazem. Ainda que os indivíduos que se descrevem como felizes digam apreciar televisão, essa é a única atividade que praticam com freqüência menor que as pessoas infelizes, disse John Robinson, professor de sociologia na Universidade de Maryland e autor do estudo.

Embora a maior parte dos estudos de grande porte sobre a felicidade tenha se concentrado nas características demográficas – fatores como idade e situação matrimonial -, Robinson e seus colegas tentaram identificar que atividades as pessoas felizes preferem realizar.

O estudo se baseia primordialmente nas respostas de 45 mil norte-americanos que foram recolhidas pela Pesquisa Social Geral da Universidade de Chicago ao longo de 35 anos, e em estudos sobre “diários de tempo” nos quais os participantes do estudo registram suas atividades cotidianas.

“Nós consideramos entre oito e 10 atividades às quais as pessoas felizes se dedicam, e, para cada uma delas, constatamos que as pessoas que as fazem com mais freqüência – visitas a amigos, ir à igreja, coisas como essa – são as mais felizes”, ele disse. “Já assistir televisão era a única atividade para a qual a correlação era negativa. As pessoas infelizes assistem mais TV do que as felizes”.

Mas os pesquisadores não foram capazes de determinar se pessoas infelizes assistem mais TV ou se assistir mais TV torna as pessoas infelizes. “Não sei se desligar o televisor tornaria alguém mais feliz”, disse Robinson. Mas ele ainda assim acredita que os dados comprovem que as pessoas que assistem mais televisão são as menos felizes, em longo prazo.

Já que o maior fator para prever o tempo dedicado a assistir televisão é se uma pessoa trabalha ou não, acrescentou Robinson, é possível que uma alta no desemprego leve as pessoas a passar mais tempo diante de seus televisores.

Fonte: Terra/ via O Verbo

Produtos cristãos estão crescendo na sociedade

A formiga que anda sobre duas pernas é conhecida nacionalmente por difundir a mensagem cristã de forma leve e criativa. O Smilingüido representa a fragilidade humana e divulga valores como honestidade, amizade, perdão e cuidado com o meio ambiente. Criado em 1982 pela desenhista Márcia D’Haese, o personagem se tornou um aliado na divulgação da mensagem, mas também dos produtos religiosos. Hoje já são mais de 150 itens da linha Smilingüido distribuídos pela editora Luz e Vida, entre cartões, marca-páginas, roupas, brinquedos, adesivos, livros etc.

De acordo com dados do IBGE, em 2004, 89,2% dos brasileiros se declaravam cristãos, sendo 73,8% católicos e 15,4% evangélicos. Para atender a esse público, o mercado de produtos religiosos vem crecendo ao longo dos anos. A diversidade também é cada vez maior.

A Bíblia continua o mais tradicional produto religioso para o público cristão. O Pastor Marcos Gladstone, Secretário Regional da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), revela que o país já é o que mais produz o livro sagrado em todo o mundo. Além de alimentar o mercado interno, as gráficas da SBB imprimem a Bíblia em 19 idiomas e exportam para 90 países. E a tendência é de crescimento. Em 2007, foram distribuídas 5.161.811 Bíblias pela SBB, um crescimento de 56% se comparado às 3.308.037 comercializadas em 2002.

‘‘As igrejas estão crescendo. À medida que elas crescem, cresce também o mercado desses produtos religiosos’’, explica o representante da SBB. Para atrair um público cada vez mais diversificado, inovação foi a palavra-chave. Hoje é possível encontrar a Bíblia em áudio, CD-ROM, em diferentes línguas e até adaptadas ao tipo de público, como crianças, mulheres, pastores ou adolescentes. ‘‘A Bíblia se tornou um produto barato e acessível a qualquer pessoa. A partir de R$ 3,25 é possível comprar uma’’, conta o Pastor Marcos Gladstone. Apesar de não haver dados numéricos sobre o mercado religioso no Rio Grande do Norte, a percepção de quem trabalha no ramo é consensual: esse segmento tem crescido. ‘‘É um mercado extremamente crescente. É uma situação nacional que tem reflexo local. Isso já vem há alguns anos e a mídia tem sido o grande impulsionador’’, revela o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte, Adelmo Freire.

Para ele, os programas religiosos no rádio e na televisão têm oportunidade de divulgar produtos como livros, CDs e DVDs. ‘‘Quando você tem essa divulgação, naturalmente você fomenta o comércio desse segmento. As lojas vão se fortalecendo’’, disse Adelmo Freire.

Fonte: Diario de Natal/ via O Verbo