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Abraão, o Pai da Fé, especial de Natal da Rede Record

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No próximo dia 23/12 a Rede Record apresentará um especial intitulado em “Abraão, o Pai da Fé”. Em que a equipe de reportagem da emissora trilha os mesmos caminhos  de Abraão, foram mais de 2500 Km e atravessaram o Egito, Turquia, Síria, Jordânia e Israel.

O Escolhido a contar essa saga de um homem que enfrentou deserto sem rumo e ate a morte guiado apenas por uma promessa foi o apresentador Celso Freitas, que conta essa saga no Centro Cultural Jerusalém, no Rio de Janeiro, uma das réplicas da Cidade Santa.

O Especial será apresentado ás 23:00h, não perca!

por Patrão – ao retirar informações de nosso blog use a consciência, cite sua fonte.

As Minas do rei Salomão podem ter existido, escavações confirmam

A velha briga para determinar o que é fato e o que é lenda nos textos bíblicos acaba de passar por mais uma reviravolta — e quem saiu ganhando foi o glorioso reino de Salomão, filho de Davi, que teria governado os israelitas há 3.000 anos. Escavações na Jordânia sugerem que a extração de cobre em escala industrial no antigo reino de Edom — região que, segundo a Bíblia, teria sido vassala dos reis de Israel — coincide, em seu auge, com a época do filho de Davi. Em outras palavras: as célebres “minas do rei Salomão” podem ter existido do outro lado do rio Jordão.

A pesquisa, coordenada pelo arqueólogo Thomas E. Levy, da Universidade da Califórnia em San Diego, está na edição desta semana da prestigiosa revista científica americana “PNAS” , e bate de frente com os que duvidam da existência de uma monarquia poderosa em Jerusalém durante o século 10 a.C. Segundo esses pesquisadores, como Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, tanto a região de Jerusalém quanto a área de Edom, onde as minas foram encontradas, eram habitadas por uns poucos aldeões e pastores nômades nessa época. O surgimento de reinos politicamente bem organizados e capazes de empreendimentos de larga escala só teria sido possível por ali cerca de 200 anos depois.


Rejeitos da extração de cobre têm 6 m de comprimento (Foto: T.E. Levy)

Levy discorda. “O que nós mostramos de forma definitiva é a produção de metal em larga escala e a presença de sociedades complexas, que podemos chamar de reino ou Estado arcaico, nos séculos 10 a.C. e 9 a.C. em Edom. Trabalhos anteriores afirmavam que o que a Bíblia dizia a respeito disso era um mito. Nossos dados simplesmente mostram que a história de Edom no começo da Idade do Ferro precisa ser reinvestigada usando ferramentas científicas”, declarou o arqueólogo ao G1.

Cobre a dar com o pau

A região escavada por Levy e seus colegas na Jordânia é uma velha suspeita de ter abrigado as famosas minas salomônicas. Nos anos 1940, o arqueólogo americano Nelson Glueck já tinha defendido a idéia. No entanto, foi só com as escavações em larga escala no sítio de Khirbat en-Nahas (em árabe, “as ruínas de cobre”), ao sul do mar Morto, que o tamanho da atividade mineradora ali ficou claro. Estima-se que, só em sobras da extração do minério, existam no local entre 50 mil e 60 mil toneladas de detritos.

Numa escavação iniciada em 2006, Levy e seus colegas desceram pouco mais de 6 m e montaram um quadro em alta resolução da história de Khirbat en-Nahas. A ocupação começa com uma estrutura retangular de pedra, com protuberâncias ou “chifres”. “Pode ter sido um altar”, conta o arqueólogo — esses “chifres” eram usados como plataforma para besuntar o sangue dos animais sacrificados na antiga Palestina. Acima dessa estrutura, ao menos duas grandes fases de extração de cobre estão documentadas, com paredes de pedra que serviam como instalação industrial.


Vista aérea do sítio de Khirbat en-Nahas, com antiga fortaleza em formato quadrado abaixo, no centro (Foto: UCSD Levantine Archaeology Laboratory)

Uma das formas de datar a atividade mineradora é a presença de artefatos egípcios — um escaravelho e um colar — que aparentemente datam da época dos faraós Siamun e Shesonq (chamado de Sisac na Bíblia) — o século 10 a.C. Mas os pesquisadores também usaram o método do carbono-14 para estimar diretamente a idade de restos de madeira usados para derreter o minério e extrair o cobre. O veredicto? O mais provável é que a atividade industrial na área tenha começado em 950 a.C., data equivalente ao auge do reinado de Salomão, e terminado em torno de 840 a.C.

E não é só isso: escavações numa fortaleza próxima também sugerem uma construção na era salomônica, durante o século 10 a.C. Segundo o relato bíblico, Salomão usou vastas quantidades de bronze (cuja matéria-prima, ao lado do estanho, era o cobre) na construção do templo de Jerusalém. Também teria continuado o domínio estabelecido por seu pai Davi sobre Edom e financiado uma frota de navios mercantes que saíam do litoral edomita em busca de produtos de luxo.

Levy diz que os dados obtidos em Khirbat en-Nahas são compatíveis com o quadro do Antigo Testamento, mas mostra cautela. “Se as atividades lá podem ser atribuídas ao controle da produção de metal pela Monarquia Unida israelita, pelos edomitas ou por uma combinação de ambos, ou até por um outro grupo, é algo que nossa equipe na Jordânia ainda está investigando”, ressalta ele.

Ilusão?

A pedido do G1, o arqueólogo Israel Finkelstein comentou o estudo na “PNAS” e fez pesadas críticas. Para começar, Finkelstein não reconhece a região de Khirbat en-Nahas como parte do antigo reino de Edom, porque o sítio fica nas terras baixas jordanianas, e não no planalto do além-Jordão.


Pesquisadores reconstruíram lugar em realidade virtual para localizar amostras de forma precisa (Foto: Pinar Istek/UC San Diego-Calit2)

“Na época em que Nahas está ativa, não há um único sítio arqueológico no platô de Edom, que só passa a ser ocupado nos séculos 8 a.C. e 7 a.C.”, diz o pesquisador israelense. “A mineração em Nahas não tem a ver com o povoamento de Edom, mas com o do vale de Bersabéia [parte do reino israelita de Judá], que fica a oeste, ao longo das estradas pelas quais o cobre era transportado até o Mediterrâneo”, afirma.

Finkelstein também critica o fato de Levy e seus colegas teram usado os rejeitos de mineração como base para sua estratigrafia, ou seja, as camadas que ajudam a datar o sítio arqueológico, porque eles formariam estratos naturalmente “bagunçados” de terra. E afirma que a fortaleza estudada pelos pesquisadores também é posterior ao século 10 a.C.

“Aceitar literalmente a descrição bíblica do rei Salomão equivale a ignorar dois séculos de pesquisa bíblica. Embora possa existir algum fundo histórico nesse material, grande parte dele reflete a ideologia e a teologia da época em que saiu da tradição oral e foi escrito, por volta dos séculos 8 a.C. e 7 a.C. Os dados de Nahas são importantes, mas não vejo ligação entre eles e o material bíblico sobre Salomão”, arremata Finkelstein.

Levy preferiu não responder diretamente as críticas do israelense, embora um artigo anterior de sua lavra aponte que, ao contrário do que diz Finkelstein, há ligação cultural entre os habitantes das terras baixas e os edomitas do planalto. “Suponho que, toda vez que há uma interface entre textos sagrados e dados arqueológicos, é natural que o debate se torne emocional”, diz ele.  

Fonte: G1

Estudo Biblíco: Dons Espirituais

 

 

Estudo Biblíco retirado do site do Ministério de Louvor e Adoração Diante do Trono, sejam abençoados!!

 

 

I Cortíntios 12; Efésios 4:11-18

 

“Dom é atributo especial, dado pelo Espírito Santo, a cada membro do corpo, de acordo com a graça de Deus, para uso no contexto do corpo”

A quem é dado um dom espiritual?


A cada um de nós foi dada a graça conforme a medida do Dom de Cristo (Efésios 4:7).

Para quê nos é dado um dom?


Para servir. “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10).

Quando recebemos os dons?


Uma pessoa recebe os dons espirituais quando se torna um crente, quando nasce de novo. Pode reconhecê-lo imediatamente ou muito mais tarde. O dom espiritual não é um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o amor de Cristo vai ser manifesto através do crente, que se torna um “canal” para o bem de outros e para glória de Deus.

Quais os benefícios do crente descobrir, desenvolver e exercer seus dons na igreja?
– O corpo funciona melhor, pois cada membro saberá seu lugar no corpo (Ef 2:10; 1Co 12:12-27).
– Haverá harmonia, e todos poderão trabalhar juntos em amor, sem ciúmes, inveja, orgulho ou falsa modéstia (Rm 12:3).
– Edificação: haverá desenvolvimento espiritual e de caráter; conseqüentemente o membro servirá melhor (Ef 4:16).
– Deus será glorificado (1Pe 4:10,11).

Como o dom espiritual afeta o portador?
O exercício do dom traz alegria e satisfação, e ele se sente liberto e seguro em ser ele mesmo (auto-aceitação).

Como o reconhecimento mútuo dos dons afeta o relacionamento interpessoal?
“Quando um crente reconhece que Deus opera de uma maneira toda especial através de cada membro do corpo, então ele terá mais consideração e nutrirá um amor mais sincero para com os outros crentes. Isso o ajudará a entender também o modo de pensar e agir das outras pessoas. O reconhecimento mútuo dos dons espirituais (pessoais) promove coordenação e unidade entre os membros do corpo de Cristo” (Larry Coy).

Como descobrir meu dom espiritual?


Podemos descobrir nossos dons mediante certas evidências:
– Nossa motivação básica. O dom está ligado diretamente a uma motivação depois da conversão. Revela-se no que realmente gostamos de fazer. Nessa atividade nos sentimos felizes e realizados.
– O dom também está realizado no que realizamos por completo, o que fazemos até o fim sem esmorecer. Em situação favorável a tarefa será cumprida.

Como diferenciar Dom espiritual de talentos naturais?


No dom espiritual sentimos a ação do Espírito Santo. Sentimos, ao realizar aquilo que é dom, que as forças não são nossas e por isso não nos enfadamos ou desanimamos; percebemos que é Deus quem está agindo e que nada poderíamos fazer sem Ele.

Os dons de Deus podem ser tirados?


Os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Porém, quando o crente está em pecado ou em rebeldia, ele não conseguirá desenvolver o seu dom. Ele pode continuar fazendo tudo na obra, menos usar com eficácia o poder de Deus. O dom sem unção é apenas uma habilidade que não produz vida. Os dons de Deus são reconhecidos em nós por nossos irmãos, que são edificados através deles. Ninguém vai ser edificado apenas por habilidades.

 

 

OS DONS DENTRO DA IGREJA


Os líderes são um dom de Cristo para a igreja dele (Ef 4:11)
– Apóstolos
– Profetas
– Evangelistas
– Pastores
– Mestres

Considerações:


– Os dons são distribuídos pela vontade do Espírito Santo (1Co 12:11);
– O dom é dado para proveito comum(1Co 12:7);
– Não devemos ter ciúmes dos outros irmãos(1Co 12:14-25);
– A cada um foi dado dons diferentes (1Co 12: 28-30);
– Os membros tem dons para exercer o trabalho de Cristo(1Co 12:1-31);

O fim dos dons (Ef 4:12-14)


– O aperfeiçoamento dos santos;
– Para a obra do ministério;
– Para edificação do corpo de Cristo;
– Para chegar a unidade da fé(Ef 4:13);
– Para chegar ao conhecimento do filho de Deus;
– Para chegar à estatura de varão perfeito.

 

 

Homossexual processa duas editoras de Bíblias

 Segundo o USA Today, Bradley LaShawn Fowler, um homossexual, alega que os seus direitos constitucionais foram violados pela Zondervan Publishing Co. e a Thomas Nelson Publishing, por terem causado dano deliberadamente aos homossexuais devido a interpretações “errôneas” da Bíblia.

Fowler indica que as mudanças feitas deliberadamente em I Coríntios 6:9 levaram a que ele “ou qualquer pessoa homossexual a ser sofrer agressões verbais, discriminação, situações de ódio e violência física… incluindo assassinato”.

Segundo Fowler, embora a Bíblia seja passível de múltiplas traduções, a utilização específica da palavra “homossexual” não é uma tradução mas sim uma mudança intencional refletindo uma opinião pessoal ou a conclusão de um grupo. 

 

Fonte: O Verbo 

Dilúvio da Arca de Noé potenciou agricultura na Europa

A origem da alegoria bíblica da Arca de Noé parece estar relacionada com uma inundação ocorrida há 8300 anos, tendo contribuído para o desenvolvimento da agricultura, afirmam investigadores.

Partindo de evidências arqueológicas e datações por meio de carbono, os cientistas britânicos dizem que, na altura, uma placa de gelo que cobria a América do Norte derreteu.

Com a subida do nível das águas do mar em cerca de 1,4 metros, os habitantes do sudeste europeu viram-se obrigadas a dispersar-se, o que provocou um crescimento da agricultura no velho continente.

Com isto, o texto publicado no Quaternary Science Reviews indicia que a inundação, a criação de um canal entre os mares Mediterrâneo e Negro e o desenvolvimento da agricultura europeia de então, estão encadeados.

Quando ocorreu a inundação, as práticas agrícolas parecem ter parado, mas foram restabelecidas uma geração depois por todo o continente, concretiza um dos investigadores.

A ligação ao relato bíblico surge pois parece ter-se dado um fenómeno de destruição generalizada com características semelhantes às relatadas no Génesis.

Segundo o mesmo cientista, «alguns investigadores sugerem que a arca de Noé surgiu devido à inundação no Mar Negro, no final da última era glaciar e, tendo em conta as características geográficas da região, quem «vivesse naquele local poderia ter a impressão de que todo o mundo estava inundado.

Fonte: Gospel +